Na minha terra Natal,Jaguaquara, adorava ler as crônicas de Coqueijo Costa e outras que eram publicadas no Jornal `A Tarde . De todas, as que eu mais gostava eram as de Jeohvá de Carvalho, publicadas na coluna, A CIDADE QUE NÃO DORME.
Que eu me lembre , o À Tarde só começou a chegar regularmente na minha cidade no final dos anos sessenta. Antes, chegavam por mãos de. conterraneos que o levavam de Salvador,Jequie' , Conquista ,os quais eram repassados entre amigos. Nos anos 80,em Salvador, vim a conhecer o cronista, visualmente, em evento na OAB, e no BAR RASO DA CATARINA, ainda funcionando, ao lado do Palácio da Aclamação. Neste tempo não mais existia a coluna. Ele se formara em direito em 1973 segundo depoimento de Franco Barreto, antigo proprietário do Raso, constante do A CIDADE QUE NÃO DORME, segunda edição. Quando o conheci atuava como jornalista e advogado, e tinha uma coluna sobre notícias forenses, também publicada no mesmo jornal.
Os textos da sua coluna, A CIDADE QUE NAO DORME ,foram transformados em livro. Por tudo que há nas cronicas de Jehová, que registram pessoas, locais, costumes, cultura, comportamentos ,boêmia de um tempo que não voltará ,jamais, devem ser conhecidos pelas novas gerações . Merece, assim , uma republicação da obra, e ser escrita, se ainda não o foi, uma biografia do grande cronista baiano, nascido em Santa Maria da Vitória, Oeste da Bahia.
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