BIKE, BICICLETA, VALCI BARRETO , LITERATURA

21 de outubro de 2019

A GRANDE FESTA, A GRANDE VEDETE DE SALVADOR, É A BICICLETA, QUE PODErÁ "ROUBAR " FOLIÕES DO CARNAVAL, VLCI BARRETO, TV RUA, JABUTIS VAGAROSOS

A BAHIA É DIFERENTE, A BAHIA , A BAHIA, A BAHIA , A BAHIA É FESTA, A BAHIA É BIKE.
ESTOU PENSANDO EM TODOS OS MEUS TEXTOS TEREM O MESMO TITULO:
CANSANDO O LEITOR......

VALCI BARRETO,


ADVOGADO, JORNALISTA, CICLOATIVISTA BAIANO, APAIXONADO POR UM MONTE de COISAS , PESSOAS, FILHAS ,NETOS, FAMILIA, LIVRO, MUSICA, E
BICICLETA.

 Criador do grupo que pode ser um só pedalando, JABUTIS VAGAROSOS.
-Aos curiosos sobre o JABUTIS, temos no google : CARTILHA DOS JABUTIS VAGAROSOS.

ESTOU NO YOU TUBE, FACEBOOK, INSTAGRAM. E TENHO O BLOC. MAS FALO MESMO É NO FACEBOOK, PAGINA PUBLICA,

- SEM REVISÃO, SEM SUBTITULOS, SEM ORGANIZAÇÃO. UM DIA ORGANIZO, QUEM SABE VIRE UM LIVRO QUE SERÁ UMA COPIA XEROX DISTRIBUIDA COM AMIGOS.

Estou com Monteiro Lobato, que odiava acentos e com Bukowski para quem revisão correção de texto é coisa para editor.

Vai assim, mesmo, peço paciência a quem quer ler e libero quem não quiser o que e´da NATUREZA DA REDE NÃO PROFISSIONAL, QUE É O MEU CASO.

A gradeço a todos que leem, comentam, aos que têm paciência com os erros. E a quem não ler também.

Só peço para não agredirem pois é falta de educação. E o silêncio é mais educado. I as iras que as vezes alguns manifestam por outros textos, só adoece a eles. Mês peço o respeito em nome dos meus amigos daqui,que não são afeitos a palavroes, agressões. O estilo aqui é DE BOA””!!!!!!
Quem tiver mais paciência, pode deixar para ler depois, pois organizarei e revisarei. As veze não reviso porque quando vou revisar termina saindo novo texto texto, nova estória ou historia....Perdão, BUKOWSKI era pior nesta parte de revisão: dizia que revisão, organização de texto é coisa de editor.
A BAHIA É , A BAHIA É, A BAHIA.....

Quando se fala assim, bahia, de forma geral, estamos falando de Salvador. Para fins deste texto, vamos falar de região metropolitana de Salvador, somente para resumir a geografia e o motivo deste texto..
Bahia, Salvador é festa todo dia. As musicas antigas, quando se referem às nossas festas, referem-se ao carnaval, festa de largo, festas de santos, ruas, becos aniversários de ruas, festejos cívicos. DE SALVADOR.

Agora estamos na grande festa, ainda não tocada pela grande mídia A FESTA DAS BICICLETAS EM SALVADOR.

Para limitar este novo momento da movimentação de passeios em Salvador, vou considerar do meado de 90 para cá.

Os passeios organizados , uma vez por mês, saindo do Dique do Tororó, começaram no inicio dos anos 2000 e um dos pioneiros foram Mauricio e Gilson Cunha, saindo da Fonte Nova, Gilson Cunha, Gilson se afastou e Mauricio/Framk Cerqueira, ambos representantes de marcas de bicicleta, criaram e mantiveram a ASBEB, Associação dos Bicicleteiros do Estado da Bahia.
No início , estes passeios eram muito alegres, mas também muito bagunçados. Faltavam uma orientação, um ordenamento para evitar o que muito acontecia: lixo jogados no Dique e nas paradas, pelos ciclistas, muita gente alcoolizada, fatos que provocaram alguns acidentes. Era também comum ciclistas sem a menor cerimônia, ignorando regras de higiene e de respeito, fazerem xixi a menos de dez metros dos pontos de paradas e reuniões, mal dando as costas para as pessoas usando postes , bancos de jardim como se banheiro público fosse.
Aos poucos foram sendo fixadas regras de conduta , não escritas , mas cumpridas para que todas estas praticas fossem abolidas. Não demorou, qualquer evento da ASBEB e até de outros grupos, passaram ser modelares nestes itens. Nos locais de saídas, paradas, não se via sequer um papelzinho qualquer jogando no chão, diferente de muitos outros eventos que ocorrem até hoje por ai, onde o lixo jogando na rua é a regra, apesar de todas as campanhas.

Porém, mesmo com todos as mazelas citadas, uma coisa era de dar inveja a qualquer outro lugar: a alegria do povo, a alegria dos ciclistas , com suas musicas, dizeres, palavras de ordens, piadas, tudo em um só lugar.

Escrevi vários textos sobre o tema, muitos digitados em maquinas de escrever e espalhados por onde eu passava, notadamente nos corredores dos Foruns de Salvador.

Criado o MURAL DE BUGARIN, do amigo ALBERTO BUGARIM, publiquei vários textos e fotos neles. Buga, como carinhosamente o chamamos, já com nossas maquinas fotográficas digitais, publicamos, ele principalmente, profusão de fotos de passeios de bicicleta.

Escrevi à época, que SALVADOR poderia ser a CIDADE DAS BICICLETAS por todos os motivos nossos: cidade plana em sua maior extensão, clima ameno o ano todo, banhado por uma grande extensão de mar de agua amena o ano todo, e um intem que faz o baiano bem diferente em tudo: a capacidade de tudo que faz virar festa.

Tendo acompanhado o nascimentos dos blocos de carnaval em Salvador, desde a década de 70, fiz a comparação imediata:

É mais um carnaval em Salvador que está nascendo. E relatei: a bicicleta pode ser um atrativo turístico para a Bahia bem mais,mais expressivo, mais alegre do que o carnaval:
Não tem limite de espaço, tempo, quantidade de pessoas , não precisa de investimentos em celebridadades da música, dos trios, nem se limitar a um espaço definido por órgãos públicos Radio e Televisão , exceto como reprodutores das noticias mandas pelas redes, pelos próprios ciclistas ou profissionais de imprensa.

Pois bem, a quantidade de pessoas pedalando por ai, sobretudo em grupos , somente por procedimentos via satélite, em tempo real , se pode avaliar.

Nascido no interior, Jaguaquara Bahia, minhas primeiras memorias de desejos , amores, paixões, além da comida, do cheiro talco das cores cantos , voos de passarinhos , a bicicleta era uma presença constante. Já escrevi a respeito e ainda votarei ao assunto.

Aprendi a pedalar sozinho, e quando RECOMCEI, pra valer, primeiro em Barreiras, início dos anos 80, indo de bike para a escola onde eu ensinava à noite, e aos babas do amigo , medico legista , `as quintas à tarde, foi como reascender qualquer outra paixão por qualquer coisa, apenas pulsando devagarinho, mas sempre guarda no coração.

Já contei, um dos motivos , na minha cabeça, de forma clara, para voltar a morar no interior, depois de tantos anos, foi a bicicleta , mesmo não tendo comprado logo uma de imediato. Mas sempre olhava o pessoal passando montado em uma e minha cabeça: qualquer hora pego a minha. E peguei, usada mais peguei, soltava a corrente por minuto mas dava para ir aos babas e à escola. Merece um papo sobre ela em outro texto.
Pois bem, nem passava pela minha cabeça, toda uma indumentária para andar em bike e quando recomecei em Salvador, primeiro sozinho , depois em grupo, descobri o que eu desconhecia totalmente: a paixão que nossos ciclistas de Salvador por camisetas, no caso de bike.
Meu amigo Gilson Cunha, um dia veio em minha casa e trouxe uma coleção com um grande numero de camisetas, de vários grupos e de passeios. Falava delas com a empolgação a empolgação do menino que vai mostrar aos amigos e familiares o brinquedo que pediu e que recebeu de Papai Noel.
Ou seja , o baiano vibra e se alegra até com camisetas de passeios de bicicletas, das mais simples de dez reais às mais caras de não sei quanto. Fica assim, acrescentada às festas das bikes, a indumentaria que não pode faltar em nenhum grupo que queira dizer para que veio, queira se tornar grande. Nem pensem empresários,marqueteiros, em fazer passeios sem camisetas. È mais fácil o ciclista pagar para ir a um passeio com camiseta do que ter o passeio de graça.... Equanto mais bonita, mais cara, mais gente haverá no passeio.

Somando tudo isto ai, está mais um grande elemento de atração turística para nossa cidade OS PASSEIOS CICLISTICOS, O CICLOTURISMO URBANO E RURAL.

Como nos blocos de carnaval de antigamente e as escolas de samba do Rio de Janeiro na sua competição para terem juntos, cores, tambores, famosos, mulheres bonitas , sensualidade, os ciclistas estão em grande , bem vinda, alegre, pujante competição para saber que poe a camisa camiseta mais bela, a bike mais incrementada, as “pessoas mais bonitas” e “influentes” os apoios(carros, brindes, merenda, musica, hospedagem, ) no seu passeio .

O ultimo foi em Santo Amaro. Os marqueteiros, empresários, pessoas do entretenimento das agencias de viagem, políticos, já estão abrindo suas asinhas, estudando e vão aprender a ganhar o dinheiro que estão perdendo com o carnaval.
O novo, na Bahia, sem duvida são os grandes passeios de bicicleta.

Quem duvidar, visitem os vídeos do ultimo passeio de SANTO AMARO, os que estão acontecendo no vale do Jiquiriça, sertão da Bahia.

Preparem-se os os hotéis e restaurantes do estado.

E se as autoridades quiserem fazer melhor para ajudar, faça O IMPOSSIVEL, ACABAR COM A VIOLENCIA URBANA RURAL E SOBRETUDO PUNIR SEVERAMENTE OS MAUS MOTORISTAS QUE CONTINAM SENDO O GRANDE INIMICO DO USO DA BICICLETA, SOBRETUDO NA ZONAS URBANAS.

Acabar com a violência no Brasil é impossível para qualquer governo. Não adianta dizer apontar LULA E BOLSONARO , DILMA, como culpados. Não vai acabar, pelo menos para as próximas gerações, já que o fenômeno é crescente.

Mas sonhando, que não custa nada, se acabar a violência no Brasil, poder um ciclistas sair de Salvador para Bom Jesus da Lapa, podem até o mundo não esquecer o caminho de Santiago em Bike, Mas São Tiago vai ficar com ciúmes de Bom Jessus da Lapa: Todo mundo vem para cá!!
Mas um pais onde não se pode atravessar uma rua a pé, não pode ter, sem cobrar estrutura paga de segurança privada, com um a cada cem metros, jamais poderá ter UM CAMINHO DE BOM JESUS DA LAPA EM BIKE, senão através destes grandes grupos. Mas a bike não foi feita somente para grandes multidões em um só passeio. Muita gente quer ir so, sem ou com poucos amigos, mesmo porque a bicicleta, libertadora como é libertadora e a festa pode ser até de uma duas,três pessoas.
Como no carnaval, que foram as pessoas brincando nas ruas que começaram, os pequenos passeios , pequenos grupos já estão gigantes . E crescerão bem mais.

Mesmo com toda a insegurança, multidões já se juntam para estes passeios. E muito mais vai crescer, pois seu limite é o infinito da terra. E do mar, já que bicicletas adaptadas já circulam em nossos mares e rios.

Só não quer voar. Não por não poder, mas perde a graça. O céu e do avião, balaõ, pipa, bike é roda no chão!

Parabens a Santo Amaro e a todos os ciclistas que fizeram mais esta grande festa, sem precisar de cordeiro, apertos, empurrões nem de celebridades e seus blablas blas em cima dos trios., em frente aos vipos das tvs. Rodando ou parada, a bicicleta não precisa de nada disso. Nos pedais, as celebridades que aguardem, no final de cada passeio, ou o inicio, a saída ou chegada da grande vedete baiana:
A BICICLETA!!!

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O grupo jabutis vagarosos, pedala com roupa comum, com ou sem capacete, dependendo do tipo de passeio, sandália de dedo ou tenIs, não tem camisa padronizada Voce pode criar o seu, na sua rua, na sua vizinhança e dar suas voltas por ai. Não para contestar os demis grupos, ao contario. È para mostrar as mil maneiras de você uso da bicicleta, inclusive como meio de transporte.

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