BIKE, BICICLETA, VALCI BARRETO , LITERATURA

24 de janeiro de 2019

VALCI BARRETO, TV RUA, NÃO QUER PARA SI, MAS..

NÃO QUER PARA SI, MAS NÃO SE IMPORTAM COM OS OUTROS.
VALCI BARRETO
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- anotações APÓS REUNIÃO DE MORADORES DA SABINO SILVA e arquitetos da Prefeitura de Salvador-
NÃO QUER QUER que a  "sua rua " seja passagem de veículos, mas usa a "rua dos outros", como passagem.
NÃO QUER BUZINA EMBAIXO DO SEU PRÉDIO, mas buzinam em prédios dos outros.
Quer árvore em sua rua, mas não quer que folha e pedaços de paus sujem seus carros ou caiam em sua cabeça.
Não quer que carros estacionem ou parem em suas ruas mas param e estacionam nas "ruas dos outros".
Pede aos outros para obedecerem a regras de transito, mas dão roubadinhas , contramão para economizar cem metros no seu trajeto.
Reclama de engarrafameto na rua, mas pega carro para ir comprar pão e remedio a duzentos metros de casa.
Reclama de pessoas que estacionam na entrada das suas garagens, mas pede para parar "um minutinho" na garagem dos outros. Não é para parar e fim. Não é para pedir nem um segundo . Não pode não pode. As exceções podem ocorrer para evitar danos, tragedias, proteger pessoas ou ou objetos, não  para comprar pão, remédio ou uma banana que seja.
-Eu quero uma rua com comercio, barzinhos, lanchonetes, mercadinhos, padaria, farmacia, academia, armarinhos, com pessoas caminhando, banqueinhas de revistas , mesmo que os carrões "engarrafem" a "minha rua".
Pede para plantar coco na "sua praia", mas não quer quer um coco ou sua  palha caia em seu carro ou cabeça.
Não respeita faixa de pedestre, ciclista;  tira fino em ciclista , buzina agressivamente para o ciclista sair da sua frente, impedindo o uso deste modal que em muito aliviria o caos dos transito.
Milhares de pessoas querem usar bicicleta como meio de transporte , mas são impedidos pela brutalidade dos nossos motoristas, inclusive daqueles que reclamam de engarrafamento.
-com respeito a quem andar de bicicleta, não precisa de ciclovia. Precisa de redução de velocidade, com certeza de multa para quem desobedecer.
Preocupa-se com AS MULTAS mas nem um tipo de piedade aos mortos e mulilados pelos veículos.
Quer passeio para andar, mas anda no meio da rua em cima de ciclovias e ciclofaixas, mesmo havendo passeios para caminhar.
Quer que a Prefeitura crie um ambiente de convivencia do bairro, mas não sai de detro do seu apartamento, da frente da tv, não se desliga do zap, nem desce para conversar, trocar idéias com os vizinhos, de prédio ou de rua.
Centro de convivencia em local como a SABINO SILVA pode ser cada um levando uma cadeirinha e organizar um local para o bate papo. Não precisa de prefeitura para criar bancos que logo se transformarão em abrigo de indigentes e drogados, considerando a miséria e crime que imperam em nossa cidade , em qualquer bairro de Salvador.
Reclamam que após a cobrança de estacionamento do Shopping Barra e Bom Preço, pessoas usam a rua como estacionamento. Mas ele próprio reclama da transalvador se seu veículo for multado ou guichado quando estacionar em "rua dos outros".
Rua não é lugar para estacionar, para  veículos "dormirem". É tema que necessariamente deve ser disciplinado pelo poder de polícia municiipal. Este é quem deve decidir quanto a estacionamentos e paradas de veiculos nas ruas. É da lei. Cabe aos moradores proporem reinvidicarem formas que atendam à maioria, aos interesses maiores dos moradores e passantes.
A rua é de todos os seus moradores mas também de todos os outros bairros, que dela precisarem como passagens, paradas, negócios, visitas a parentes , amigos.
O que nos falta é falta de educação, respeito, compartilharmos  as necessidades de todos, moradores ou não, e formulamos propostas que favoreçam o bairro, seus moradores, sem pretender tornar ruas privadas, considerando que todos pagam seus importos na proporção fixada em lei e tem o direito de se utilizarem de todas as ruas da cidade.
Respeito, educação, bom senso é o que nos tem faltado, sobretudo quando se fala em veículos, mais valorizados que pessoas e com "direito  até de matar sem culpa"- mais de 50 mil mortes por ano no transito brasileiro, cujas vitimas não são choradas senão pelos seus familiares. Enquanto todos choram quando recebem uma multa ou tem seu carro guinchado por desobedecer regras básicas de transito.
Ninguém é obrigado trafegar em bicicleta. Mas falando apenas na Sabino Silva, se seus moradores, especialmente donos de veiculos, fizessem campanhas para utilização de bicicleta com meio de transporte, fizessem campanhas para os seus moradors respeitarem  quem anda em bike, e os ciclistsas respeitassem as regras de transito, muita gente deixaria de usar carro para comprar pão, remédios, ir ao ao Farol, Porto da Barra, Ufba, Iate Clube, Igrejas, mesmo com filhos de 4, cinco anos. Se se faz isto em outros paises, porque aqui não? A resposta é simples: nossos motoristas são potenciais assassinos pela forma violenta como se comportam ao volante. Ressalvadas as óbvias exceções.
Não há necessidade de ciclovia ou ciclofaixa em rua como Sabino Silva. Basta reduzir velocidade para 30 km, mas com certeza de multa para quem desobedecer , inclusive para quem tirar fino, não respeitar a distancia entre carro e bicicleta.
Para o código de transito, o que chamam de ciclovia da Centenário não é ciclovia. É área de lazer. Por isto, os ciclistas podem trafegar nas mesmas ruas dos carros. Só que o potencial assassino motorizado impede qualquer um de usar a bicicleta como meio de transpote, sem o perigo de um atropelo.
23.01.2019






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