BIKE, BICICLETA, VALCI BARRETO , LITERATURA

30 de novembro de 2017

DIREITO AO ESQUECIMENTO? DE QUE E DE QUEM?

A BUSCA DA ETICA, MORAL, LONGEVIDADE, MORAL, AMOR, O MINIMO DE ECONOMIA PARA A SOBREVIVENCIA É UMA LUTA PERMANENTE.
valci barreto
Moral, etica, conhecimento, economia própria para atender a necessidades básicas, regras de conduta para que a sociedade são valores permanentes a serem buscados em qualquer sociedade, sob pena de sucumbir.
Quebrar regras de um modo geral, notadamente abrindo as portas para o crime, contraria estes princípios. Daí a necessidade de punir o infrator, mediante as leis de conduta, escritas, estatais ou não. Há tempos que a punições aos crimes é monopolio do Estado, em qualquer pais democráEtico.
Eu sou apaixonado pelos novos meios de comunicação, FACEBOOK, inclusive.
Estes permitem aos ciadaos comuns expressarem as suas verdades, mesmo diante da arrogância do mundo econômico, das ditaduras, das "bonitinhas verdades" do meio academico , comunicacional, religiosos, ateusi, político, jur´dicos. O cidadão de conhecimento médico, com um minimo de bom sensu pode destruir, questionar, confrontar o que antes era impossivel. Como exemplo, o "dono " de um jornal, radio, falava uma coisa e aquilo dificilmente poderia ser contestado, mesmo que do outro lado estivesse alguem dotado de vasto conhecimento daquele tema.
O mesmo acontecia com o mundo acadêmico. Estudantes sem leitura e sensu critico, absorviam e ainda, lamentavelmente, absorvem "verdades absolutas", de "donos de diplomas", muito deles "comprados" em curso de finais de semana em universidades do mundo inteiro, como se aquele papel lhe desse autoridade "espalhar" "verdades".
Fulando estudou em oxford . Pronto, está dada a senha para que desta pessoa saia a "verdade", a "sabedoria".
Com as redes sociais não é mais bem assim. Sem desmerecer nenhum diploma, titulo, cursos- muito pelo contrário- o conhecimento se democratizou. Hoje se estuda em casa, aprende-se coisas imaginaveis, pelas redes sociais, bastando leitura, disciplina, bom senso. Aprende-se liguas, testes, ouve e ver as maiores autoridades falando sobre determinado tema , ao vivo e a cores. Aprende-sejardinagem, marcenaria, mecanica, desenho, musica, e, sobretudo, sabe-se "de que lado", estão os doutrinadores de todos os temas.
Uma coisa é o saber, outra coisa é o faz de conta enganador. As redes purificam, peneiram, democratizam a "conversa". Fica facil o contraditorio, a ponto de um reitor da universidde mais bem paga do planeta, submeter-se a conhecimentos de pessoas do povo, mas que, naquele assunto, é mais mestre do que aquele supoer diplomado.
O discurso , as teses, que vinham, e ainda vem, protegendo os que erram na condução do que é ou não de interesse publico, protegendo malfeitores de todos os tipos, vem cansando e recebendo as vozes de oposição do que é a luta pela conservação da especie humana. Eu considero que há o bem e o mal.
Não considero pobreza justiricativa para um menor, ou maior, apontar uma arma para roubar um celular.
Uma coisa é a pessoa se defender para não morrer. Outra coisa é matar para tomar um real para uma pedra de crack. Por mais penalizado que possamos ser com as questoes sociais, das vitimas das mazelas sociais, não se pode aceitar a tese de que o crime decorre de condições de miseria. Esta é um fator importante, colabora, ajuda. Mas a lei da sobrevivencia, escrita ou nao , cria seus mecanimos de defesa, naturai e criam suas teses, na luta entre o bem e mal.
Menor ou maior, que matam por matar, que recebem estimulos para seus crimes, por ações e até financiamentos de de governo, vem recebendo , via redes sociais, a devida reação de quem não apoia o crime.
As testes em favor de crimes e de criminosos, como se coitadinhos fossem, já tem criado as sus justas reações. Já se enfrentam , com altivez, diplomados que, com suas frases de efeito, sua "profunda sabedoria", "profundo conhecimento" , locuções envernizadas , defendem , em seu favor, ou em favor de alguém teses estupidas, até, diante do caos que se vive atualmente, pelo estimulo que pode dar ao mal.
Estes envernizados já encontram nas redes as justas reações. Mas eles se reciclam e criam novos tentáculos que sobrevivem graças à crença de que que AQUELE DIPLOMA, aquele titulo, lhe dá autoridade diante da lei da sobrevivencia da socidade, que não acolhe o crime, os que quebram as regras de sobrevivencia da sociedade humana.
A novidade agora, deste mundo academico que merece o repudio de quem está a favor do bem, é a tese do DIREITO AO ESQUECIMENTO. Esta vem para pretender , com outro nome, defender o mal, defender o crime, o criminoso, mesmo que as palavras sejam enfeitadas com as mesmas cores das teses em favor dos coitadinhos.
Em uma síntese, quem praticou um estupro , uma violencia, um roubo de grana publica, tem direito a "ser esquecido". Ou seja, seus crimes são apagados de registros e até da memoria da história.
Então, pode -se começar pela tese de que Hitler e outros do mesmo time sejam esquecidos.
Não e nao a esta tese. Obvio que aqui é um resumo. É uma sintese.
Que a sociedade rejeite mais esta abjeção contra a lei de sobrevivencia da humanidade que, aprendendo com o bem e com o mal, com erros e acertos, deve protegar as vitimas do crime e não seus algozes como os tem defendido, alguns destes , estes envernizados por titulos de finais de semana, e até mesmo titulares de cadeiras academicas e de espaço na chamada grande midia.
A sociedade não quer nem deve esquecer malfeitores , cada um com sua pena. Mais uma vez , estes teoricos defendem apenas os algozes e nenhuma palavra ou ação em favor das vitimas . Aqui não falo das vitimas da sociedade, estas existem. Mas uma coisa são estas, outra são os verdadeiros criminosos que sempre existiram existiraão, mas devem ser afastadas do convivio social.
Que fique claro: sei entender as penas para cada tipo de crime. Não pode haver a mesma pena para quem furta um celular de um bolso de alguém com a pena a quem apontou uma aram apara roubar o mesmo celular. a lei já cuidada disso.
Da minha parte, não merece nenhum respeito este tipo de pensamento. A vitima é que , na sua razão, perdoa ou não, esquece ou não, tenta ou nao apagar da sua memoria, do seu coração, um mal que recebeu.
Mais uma vez, a tese que defende o mal, e o mau, não respeita nem quer saber de quem sofreu a violencia, o roubo do dinheiro publico. o grenocidio.
Para o judiciário, é melhor, também, aceitar este tipo de tese abjeta, pois terão menos trabalho, menos processos para serem examinados . Epara o estado siginfica se liberar de despesas, mesmo que o crime se repita.
Meu repudio a este DIREITO AO ESQUECIMENTO, que só contempla quem fez o mal, mesmo que outros sejam os vernizes verborgicos que a enfeitam.
Não fosse as redes, ficava valendo o absurdo dito em salas de aulas onde os "mestres" são acolhidos como semi deuses, por falta de leitura e de sensu critico. Com as exceçoes, óbvio.
E eu , nem ningem, que não fosse do mundo das comunicações ,, donos de jornais, e de feudos academicos, poderíamos contestar absurdos como esta tese que, coincidentemente, vem em um momento tão inoportuno , pelo menos para o brasil, onde o crime parece ser o dono do pais.
O direito a ser assegurado ao cidadão, como ser social, é de ver afastado da sociedade, segundo as regras de estado e de sobrevivência , os malfeitores. Eque jamais sejam esquecidos, para que não estimulem outros a cometerem os mesmos crimes.
E que jamais se esqueçam das vitimas , das vidas ceifadas por crimes e criminosos de todas as especies.
A sociedade é que deve distinguir, não o diploma, por mais envernizado que seja.
valci barreto
Salvador bahia.

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