MAL EXEMPLO QUE SE REPRODUZ, COMO UMA COISA NATURAL, MAS NÃO É..
Valci Barreeto Advogado, Jornalista , Salvador Bahia.
Chego de moto à PERINI DA BARRA aguardo a saída de um carro do seu estacionamento e a este me dirijo para estacionar. Antes mesmo de adentrar alguns centímetros da vaga, com certo apavoramento, como quem quer evitar um acidente, atitude que conheço muito bem, vem de lá um segurança abordando-me : ai não! moto não pode estacionar ai não... Pois não , digo eu. E há algum lugar que eu possa estacionar ? Sim,o senhor sobe ai(um passeio alto) e estaciona ali. (passeio dos pedestres).
Em cima do passeio? Pergunto eu, já acionada minha ante raiva, estress, nervoso, voz alta, respiro fundo e ele confirma: “sim só tem ali”, mostrando um lugar do passeio de pedestre onde já estavam estacionadas três motocicletas.
Pelo que posso imaginar, mesmo com toda a minha ignorância em Geografia, Matemática, Física, mesmo sem calcular, aquelas motos caberiam, perfeitamente, na vaga deixada pelo veículo.
Mas, imaginando pela cabeça e técnicas de vendas da PERINI, estacionando as motos sobre o passeio, ele vende para as motos e para os carros. Melhor então, orientar as motos para estacionaram sobre o passeio do pedestre.
Mas há o cálculo que a PERINI, e mesmo nossa população, por demais mal educada no transito, não faz que é o do respeito ao público, ao direito do cidadão, ao direito que tem um veículo ,como a moto, de estacionar nos mesmos espaços destinados aos carros. E um calculo que ele faz, com perfeição é saber que ,ninguém vai reclamar e que, jamais, nenhum órgão de transito vai multar motos estacionadas sobre passeios DAS PERINIS DA VIDA.
Para não ser injusto com a Perini, eu não sei se aquele passeio é terreno privado dela, com direito de propriedade ilimitado sobre aqueles espaços. Se for, está ela certa. Pode permitir até o estacionamento de veiculo dentro da própria loja.
Como nestes casos não me interessa abordar, gastar tempo e energia com os funcionários , gerentes, diretores que receberam ou estabeleceram a ordem; como há outros locais que vendem os mesmos produtos da Perini e que, mesmo se vendesse produtos exclusivos,há infinidades de outros produtos e locais que satisfazem às minhas necessidades, deixo a Perini em paz. E me dou ao luxo de ficar mais ainda.
Dirigi-me ao mercadinho da Centenário, imediações da entrada da roça da Sabina, Antes de estacionar, um gentil segurança orientou-me um local que não era passeio de pedestre e parecendo saber de onde eu vinha, verbalizou:o senhor nem precisa amarrar nem levar seu capacete. Não vou sair daqui, tomo conta dele. Primeiro mundo.....
Não direi que nunca mais comprarei na Perini ao lado do Shopping Barra. Porém, se estiver de moto, transporte que uso quase todos os dias, jamais.
E assim, estaremos em paz. Ganhou a educação e o respeito a uma moto de 125 cc, ano dois mil e três que tem me transportado com muito carinho, sem depender , em nada, da PERINI. Nem ela de mim.
Quitadas as nossas obrigações.
Não se sei se estão quitadas as com os órgãos fiscalizadores da Prefeitura Municipal de Salvador, incluída a Transalvador.
Um comentário:
PERINI DA BARRA
MAL EXEMPLO QUE SE REPRODUZ, COMO UMA COISA NATURAL, MAS NÃO É..
Valci Barreeto
Advogado, Jornalista , Salvador Bahia.
Chego de moto à PERINI DA BARRA aguardo a saída de um carro do seu estacionamento e a este me dirijo para estacionar. Antes mesmo de adentrar alguns centímetros da vaga, com certo apavoramento, como quem quer evitar um acidente, atitude que conheço muito bem, vem de lá um segurança abordando-me : ai não! moto não pode estacionar ai não... Pois não , digo eu. E há algum lugar que eu possa estacionar ? Sim,o senhor sobe ai(um passeio alto) e estaciona ali. (passeio dos pedestres).
Em cima do passeio? Pergunto eu, já acionada minha ante raiva, estress, nervoso, voz alta, respiro fundo e ele confirma: “sim só tem ali”, mostrando um lugar do passeio de pedestre onde já estavam estacionadas três motocicletas.
Pelo que posso imaginar, mesmo com toda a minha ignorância em Geografia, Matemática, Física, mesmo sem calcular, aquelas motos caberiam, perfeitamente, na vaga deixada pelo veículo.
Mas, imaginando pela cabeça e técnicas de vendas da PERINI, estacionando as motos sobre o passeio, ele vende para as motos e para os carros. Melhor então, orientar as motos para estacionaram sobre o passeio do pedestre.
Mas há o cálculo que a PERINI, e mesmo nossa população, por demais mal educada no transito, não faz que é o do respeito ao público, ao direito do cidadão, ao direito que tem um veículo ,como a moto, de estacionar nos mesmos espaços destinados aos carros. E um calculo que ele faz, com perfeição é saber que ,ninguém vai reclamar e que, jamais, nenhum órgão de transito vai multar motos estacionadas sobre passeios DAS PERINIS DA VIDA.
Para não ser injusto com a Perini, eu não sei se aquele passeio é terreno privado dela, com direito de propriedade ilimitado sobre aqueles espaços. Se for, está ela certa. Pode permitir até o estacionamento de veiculo dentro da própria loja.
Como nestes casos não me interessa abordar, gastar tempo e energia com os funcionários , gerentes, diretores que receberam ou estabeleceram a ordem; como há outros locais que vendem os mesmos produtos da Perini e que, mesmo se vendesse produtos exclusivos,há infinidades de outros produtos e locais que satisfazem às minhas necessidades, deixo a Perini em paz. E me dou ao luxo de ficar mais ainda.
Dirigi-me ao mercadinho da Centenário, imediações da entrada da roça da Sabina, Antes de estacionar, um gentil segurança orientou-me um local que não era passeio de pedestre e parecendo saber de onde eu vinha, verbalizou:o senhor nem precisa amarrar nem levar seu capacete. Não vou sair daqui, tomo conta dele. Primeiro mundo.....
Não direi que nunca mais comprarei na Perini ao lado do Shopping Barra. Porém, se estiver de moto, transporte que uso quase todos os dias, jamais.
E assim, estaremos em paz. Ganhou a educação e o respeito a uma moto de 125 cc, ano dois mil e três que tem me transportado com muito carinho, sem depender , em nada, da PERINI. Nem ela de mim.
Quitadas as nossas obrigações.
Não se sei se estão quitadas as com os órgãos fiscalizadores da Prefeitura Municipal de Salvador, incluída a Transalvador.
11.07.2016.
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